Digite o valor e mostre o código. O cliente lê com a câmera dele — ou você dita o código, ou manda o link — e confirma no aparelho dele com o seu crédito. O crédito entra na sua carteira na hora, e as duas pontas recebem um aviso.
Vale para quem tem conta na rede e para quem tem um voucher seu: o caminho é o mesmo.
O que mais entra por aqui
Com que crédito o cliente paga
Com o seu próprio crédito. Por enquanto, cada crédito só vale com quem o emitiu: crédito de outro emissor não paga cobrança sua. Se a sua empresa ainda não emite, é por Emitir que ela começa a receber.
Você cria a cobrança com valor e identificação. O pagador abre o link ou digita o código, confirma no aparelho dele, e o crédito entra na sua conta.
O pagador se autentica na plataforma, não no seu caixa. O código de entrada dele nunca passa por você.
Com que crédito ele paga
Com o seu crédito, pelo valor de face. Por enquanto, cada crédito só vale com quem o emitiu: crédito de outro emissor não paga cobrança sua.
Validade
Cobrança sem pagamento expira sozinha no prazo escolhido. Depois disso o link deixa de aceitar pagamento.
Leia o código que o estabelecimento mostra, ou digite se ele te passou por telefone. A cobrança abre com o valor, e você escolhe com qual crédito paga, entre os que ele aceita. A conta precisa fechar exata.
Cobrança endereçada a você aparece no topo, com prazo.
Sem código na frente
Pagar alguém direto: você diz para quem e quanto, e só. O que acontece com o crédito depende de quem recebe, e você não precisa saber: para uma empresa da rede, é transferido; para quem não é da rede, vai como voucher; para quem emitiu, é usado e sai de circulação. No extrato, cada caso aparece com o nome dele.
Você diz para quem e quanto. Não precisa saber se a pessoa é da rede: o sistema descobre e escolhe o caminho.
Se está na rede
O crédito sai da sua carteira e entra na dela, sem cobrança no meio. A plataforma retém a taxa de transferência; quem recebe fica com o líquido. No extrato aparece como "Transferido".
Se não está na rede
Vai como voucher. A pessoa recebe um link por e-mail, sem cadastro nem senha, vê o saldo e onde vale, e paga mostrando o código. Você pode mandar o link pelo WhatsApp também. O voucher nasce com o líquido e com a validade do crédito que saiu.
De quem é o crédito continua sendo o emissor: se você enviou Crédito Aurora Mídia, quem honra é a Aurora, e o voucher vale na Aurora. Para você, é uma transferência.
Se é quem emitiu o crédito
Mandar crédito para quem o emitiu é usar o crédito: ele sai de circulação, sem taxa. No extrato aparece como "Crédito usado".
Crédito de emissor em verificação
Só vale direto com quem emitiu enquanto a verificação não sai. Não vai para terceiro nem vira voucher.
Para o seu próprio crédito
Use "Enviar um voucher" em Emitir: lá o voucher nasce de uma carta sua, sem taxa, porque é você quem se obriga.
Usar meu crédito é registrar que você consumiu o produto ou serviço de quem emitiu, direto com ele. O crédito volta ao emissor e sai de circulação: no seu extrato aparece como "Crédito usado", e no dele como "Usado com você".
Hoje a confirmação é direta, feita por quem usou. A versão completa terá um código gerado na hora do consumo, confirmado pelo emissor.
Emitir é assumir uma obrigação: você passa a dever produto ou serviço a quem receber. Por isso nada entra no registro antes das duas assinaturas.
A carta em si
A partir da v1 a carta é o instrumento do jurídico: permuta do art. 533 do Código Civil com confissão de dívida, treze cláusulas, e força de título executivo extrajudicial pelo art. 784 do CPC. A primeira página é um resumo em letra grande — quem deve, a quem, o quê, até quando — e o contrato inteiro vem atrás. Os dois valem igual: cada número do resumo sai das cláusulas.
Cada carta tem número (PMT-ano-sequencial) e um endereço público de verificação, impresso no rodapé da primeira página. Ali qualquer pessoa confere as partes, o valor, quem assinou e a impressão digital do arquivo, sem precisar de conta.
E se eu não tenho contrato com o cliente
Não precisa ter. A carta de crédito que sai daqui **é** o documento: ela diz quem deve, quanto, em quê e até quando, e passa a valer com a assinatura das duas partes.
O campo "negócio de origem" só amarra o crédito ao mundo real. Quem tem contrato escreve o número dele; quem fechou por WhatsApp ou aperto de mão descreve o combinado em uma linha, com quem e quando. As duas coisas servem.
E se eu ainda não recebi o que combinamos
A permuta tem dois lados, e a emissão pergunta pelo seu: o que você recebe em troca. Se ainda não recebeu, diga isso — o crédito nasce **bloqueado**. Ele existe, aparece na carteira de quem recebeu e no seu painel, mas não circula até você confirmar que recebeu o combinado, ou até passar o prazo sem você contestar. É a cláusula 3.4 da carta, e confirmar vale como quitação daquela prestação.
O que estiver travado aparece nesta tela, em "Esperando você confirmar que recebeu".
O que acontece no vencimento
Três caminhos, e você escolhe por carta nos "Termos do contrato" da revisão:
Testemunhas
A carta já tem força de título executivo sem testemunha, pela assinatura eletrônica e pela impressão digital do arquivo (art. 784, §4º do CPC). Se o seu jurídico preferir o reforço do inciso III, indique duas na revisão: elas recebem um link por e-mail, assinam sem criar conta, e o crédito nasce quando as quatro assinaturas entrarem.
Contrato próprio
Se o seu jurídico já tem um instrumento e você prefere usá-lo, escolha "prefiro usar um contrato meu" na revisão: a emissão fica registrada esperando o PDF, assinado pelas duas partes. O sistema calcula o SHA-256 sobre os bytes guardados, e é esse hash que a hash chain crava quando o crédito nasce.
Onde a assinatura acontece
Hoje ela é colhida na própria plataforma: cada parte confirma na conta dela, com data, usuário e origem registrados. Quando a assinatura eletrônica tiver integração, a coleta passa a acontecer por lá e o arquivo guardado continua o mesmo.
Limite adicional
A carta pode dizer "crédito de X, com limite de até Y a mais". É a fiado de quem cede: quem recebe usa o saldo e, quando ele acaba, o que faltar numa cobrança é sacado do limite na hora, sem assinatura nova. Cada saque é uma emissão comum, sob a mesma carta, e aparece no extrato e no comprovante das duas partes. O limite é total: somando o crédito e os saques, nunca passa de X mais Y.
Uma emissão mensal é um contrato de tanto por mês, a partir de tal dia, por tantas parcelas. As duas partes assinam uma carta só, uma vez; cada parcela nasce dela.
Como cada parcela nasce
Alguns dias antes do vencimento, a parcela aparece aqui como pendente e as duas partes são avisadas. O crédito só entra na carteira de quem recebe quando o emissor confirmar. Confirmar é assinar um termo da parcela, que cita a carta. Nada é emitido sozinho.
Se o emissor não confirma
Quem recebe vê a parcela pendente e pode lembrar o emissor, uma vez por dia. A plataforma não confirma em nome de ninguém: a dívida e o prazo são do contrato comercial entre as partes.
Pular, suspender, encerrar
O emissor pode pular uma parcela com motivo, suspender a emissão mensal e retomar depois, ou encerrar. Quem recebe pode encerrar. Encerrar cancela o que ainda não foi confirmado e não mexe no crédito já emitido.
Cada crédito vale com quem o emitiu, sempre ao valor de face. O valor ao lado de cada lugar é até quanto dá para gastar lá.
Dois jeitos de valer
Como pagar
No lugar, peça a cobrança e pague com o crédito. Se o crédito que você tem não é daquele lugar, converta antes na ficha do crédito, quando o emissor liberou.
Cada anúncio oferece uma quantidade de crédito de um emissor e diz o que o anunciante aceita em troca: crédito de outro emissor, em outra quantidade.
Os valores podem ser diferentes. Crédito forte troca ao par; crédito com menos aceitação troca com deságio. O preço é descoberto pelas trocas, não fixado pela plataforma.
Validade é por lote. Dois anúncios do mesmo emissor podem vencer em datas diferentes, e o cartão mostra a do lote anunciado.
Venda por dinheiro
Ainda não está no ar. Venda e leilão movem reais entre empresas, e reais não passam pelo registro de crédito: correm por fora, com o dinheiro retido até o crédito sair. Entra quando o pagamento com escrow entrar.
Até ser validada, a empresa não emite, não recebe e não usa crédito.
Como validar
1. Baixe o termo em Validação. 2. Assine no gov.br (assinador.iti.br), com a conta de quem administra a empresa na Receita Federal. 3. Envie o termo assinado.
É o único documento.
O que conferimos
Que quem assinou o termo no gov.br é a pessoa que a Receita mostra como administradora da empresa. Você é avisado quando a validação sair.
A rede é fechada: entra quem foi convidado por quem já está dentro. É o que sustenta a confiança entre empresas que nunca se viram.
Convide primeiro quem você já paga ou já atende. Crédito de permuta só vale se houver onde gastar, e cada empresa que entra pelo seu convite pode passar a aceitar o seu crédito.
Cada convite gera um link e um código, válidos por 30 dias. Com o e-mail preenchido, o convite sai por e-mail no ato; em qualquer caso, você pode mandar o link no WhatsApp ou entregar o código na mão.
Cadastrar não basta: a empresa convidada só movimenta crédito depois de assinar o contrato de adesão. Enquanto isso não acontece, o convite aparece aqui como **falta assinar** — e é você quem tem o telefone dela.
Este é um relatório de gestão, não de apuração fiscal. O sistema não emite nota nem calcula imposto.
Competência e caixa
Competência conta a movimentação na data em que foi registrada, inclusive emissão. Caixa conta só o que foi usado de fato: pagamento, consumo, transferência. Crédito emitido e ainda não usado fica fora do caixa.
Exportação
O arquivo CSV abre no Excel em português sem ajuste: separador ponto e vírgula, vírgula decimal, acentos preservados.
Você entra por um código, no seu WhatsApp ou no e-mail da sua conta. Não há senha para guardar nem para descobrir: sem o código, ninguém entra. Ele vale por 15 minutos e serve uma vez só.
Emitir crédito cria dívida em nome da empresa. Por isso, quando o último código que você confirmou tem mais de 15 minutos, o PerPay pede outro antes de emitir.
Sessões
Cada aparelho em que você entrou é uma sessão. Encerrar uma sessão desconecta aquele aparelho na hora. Se não reconhece uma sessão, encerre e confira se o seu WhatsApp e o seu e-mail continuam só com você.
Cada linha é uma transação registrada: emissão, transferência, pagamento, troca, uso de crédito no emissor ou estorno. O sinal do valor diz a direção: positivo entrou na sua conta, negativo saiu.
Registro imutável
Nenhuma movimentação é editada ou apagada. Cada uma carrega a impressão digital da anterior, e o código do comprovante deriva dessa impressão. Alterar um registro antigo mudaria o código de todos os seguintes.
Estorno
Quando uma movimentação precisa ser desfeita, entra uma nova com sinal contrário, referenciando a original. As duas ficam no histórico.
O código do comprovante deriva da impressão digital da transação. Conferir o código é conferir o registro: se alguém alterar a transação, este comprovante deixa de existir.
O comprovante não mostra as partes. Quem apresenta o código já é uma delas ou foi autorizado por uma. Preço de negociação entre terceiros não é dado público.
O que circula na rede. Cada crédito é de um emissor e vale produto ou serviço dele. "Crédito Aurora Mídia" vale mídia da Aurora. Créditos de emissores diferentes não somam entre si e não viram dinheiro.
A empresa que criou o crédito e deve entregar o que ele vale. Emitir é assumir uma obrigação: nada entra no registro antes de as duas partes assinarem a carta.
O contrato que faz o crédito nascer. Tem número, duas assinaturas e verificação pública. É o instrumento jurídico: permuta com confissão de dívida e força executiva.
Uma carta só para um contrato de tanto por mês. Cada parcela é confirmada por quem emite, todo mês, e só então entra na carteira de quem recebe.
Crédito para quem não tem conta na rede. A pessoa recebe um link por e-mail, usa no balcão mostrando o código, e pode passar adiante. Nasce de dois jeitos: o emissor emite um voucher do próprio crédito (em Emitir), ou uma empresa envia como voucher um crédito que ela tem de outro emissor (em Pagar). A carteira de vouchers é o PerPay.
O valor que você digita para receber. Quem paga lê o código na sua tela ou abre o link, e confirma no aparelho dele com o seu crédito.
Os créditos que servem como pagamento no seu balcão. Hoje é só o seu: aceitar crédito de outro emissor está suspenso.
Consumir o produto ou serviço direto com quem emitiu. O crédito sai de circulação. No extrato: "Crédito usado".
Mandar crédito para alguém sem cobrança no meio. Fica em Pagar. Você diz para quem e quanto; se a pessoa é da rede, entra na carteira dela e no extrato aparece como "Transferido"; se não é, vai como voucher; se é quem emitiu, é uso do crédito. A plataforma retém a taxa de transferência nos dois primeiros casos.
Onde se anuncia crédito para trocar por crédito de outro emissor. O preço é descoberto pelas trocas, não fixado pela plataforma. Venda por dinheiro ainda não está no ar.
Cada linha do extrato. Nenhuma é editada ou apagada: correção é uma movimentação nova, de estorno, que aponta para a original.
O código público de uma movimentação. Quem tem o código confere a movimentação sem login.
Cada emissão é um lote, com a própria validade. Dois créditos do mesmo emissor podem vencer em datas diferentes.